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O ICB5/USP ESTEVE EM BOGOTÁ DE 25 A 29/8 PARA PARTICIPAR DE UMA BANCA COMPOSTA DE 8 PESQUISADORES ESTRANGEIROS PARA AVALIAR 26 PROJETOS DE PESQUISA SBMETIDOS AO GOVERNO LOCAL (COLCIENCIAS) PARA A OBTENÇÃO DE FOMENTO. AS TEMÁTICAS FORAM AS MAIS VARIADAS. PARTICIPARAM PESQUISADORES DE RENOME DO MÉXICO, BRASIL, ESPANHA E COLÔMBIA. DOS 26 PROJETOS AVALIADOS, 11 RECEBERAM PONTUAÇÃO ACIMA DE 80, FATO QUE OS ELEGE PARA RECEBER RECURSOS GOVERNAMENTAIS COLOMBIANOS.  APESAR DO TRABALHO PESADO E QUE OCUPOU MAIS DE 20 H PRESENCIAIS, O EVENTOU FOI MUITO CONSTRUTIVO E EDUCATIVO, PERMITINDO O ENCONTRO DE PESQUISADORES QUE CONHECIAM-SE APENAS PELOS ARTIGOS CIENTÍFICOS PUBLICADOS. BOGOTÁ APRESENTOU-SE COMO UMA CIDADE MODERNA, HOSPITALEIRA, COM CLIMA AGRADÁVEL, COM RICA GASTRONOMIA E DIVERSIDADE CULTURAL. AGRADEÇOS EM ESPECIAL A DRA PILAR SARMIENTO (COLCIENCIAS) PELA CONDUÇÃO DOS TRABALHOS COM FIRMEZA, DELICADEZA E PROFISSIONALISMO.


O ICB5/USP estará presente, representados pelo Professor Dr. Luís Marcelo Aranha Camargo, com decisivo apoio do Acadêmico Henrique Schroeder e acadêmicos da Faculdade de Ciências Médicas de Cacoal (Facimed), no L Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, que vai acontecer entre os dias 26 e 29 de Agosto, em Rio Branco-AC. No Congresso serão apresentados diversos trabalhos acadêmicos com os seguintes temas: Novas estratégias na busca ativa de casos de Mal de Hansen (MH), teste da acurácia da ficha de autoimagem do Ministério da Saúde para o diagnóstico de novos casos de MH, qualidade de vida e perfil socioeconômico dos pacientes portadores de MH no munícipio de Monte Negro, demonstrando a forte atuação do ICB5/USP na busca de novos casos de MH e na conscientização de que a atenção multiprofissional, hoje não existente, deve ser dada aos pacientes portadores de tal moléstia. Além disso, durante o mês de Julho foi realizada atividade de campo do projeto: Conhecimento da população idosa de um munícipio da Amazônia sobre Hipertensão Arterial Sistêmica e suas complicações e a relação entre condição socioeconômica e medidas de prevenção contra Doenças Crônicas Não-Transmissíveis, o qual contou com a participação dos acadêmicos: Anna Caroline Leão de Souza (aluna PIBIC/USP), Henrique Schroeder, Raquel Mascarenhas Pereira e Regiane Dias Camelo. O trabalho sobre HAS tem como objetivo determinar se a barreira cultural e social é impeditiva para um bom desempenho da Estratégia da Saúde da Família (ESF), além de se construir novos conhecimentos para a melhor estruturação do ESF e prevenção de Doenças Crônicas Não-Transmissíveis.

Sábado, 19 Julho 2014 16:55

66ª Reunião Anual da SBPC






O ICB5/USP se fará representar na Reunião Anual da SBPC em Rio
Branco-AC entre 22 a 27/7. Participará de 4 mesas-redondas, na
condição de moderador e palestrista, nas áreas de doenças
negligenciadas e de geriatria na Amazônia. Segundo o coordenador do
ICB5-USP: " A participação do ICB5/USP em um evento de tamanha
repercussão e respeito é uma honra. Por outro lado, é um
reconhecimento da atuação da USP no cenário Amazônico. Estaremos muito
entusiasmados e felizes com a participação". Desejamos o maior sucesso
à Reunião e agradecemos a lembrança de nosso nome para a participação
de evento de tamanha importância a nível nacional com seus importantes
antecedentes históricos em defesa da ciência nacional."

Domingo, 13 Julho 2014 18:10

CRÔNICA LÚGUBRE

(OPINIÃO PESSOAL DO COORDENDOR DO ICB5/USP. NÃO REPRESENTA A OPINIÃO DA USP OU DOS MEMBROS DO ICB5/USP-RONDÔNIA)

DEZ A UM:  INCOMPETÊNCIA X BRASIL. ISTO APENAS NOS ÚLTIMOS 2 JOGOS. UM TIME QUE ATÉ DISPÕE DE BONS VALORES INDIVÍDUIAS MEIA-BOCA, EXCETO ALGUNS CABEÇAS-DE—BAGRE COMO JÔ, PAULINHO, FRED, HULK E ALGUM OU OUTRO JOGADORZINHO QUE NEM NA MEMÓRIA FICA GRAVADO. TIRANTE ISTO, RESTA UMA COMISSÃO TÉCNICA VICIADA. UMA QUATRILHA QUE ROUBOU NOSSOS SONHOS. 200 MILHÕES DE SONHOS! IGNAROS. UM TÉCNICO BOBO, UM CENTRO DE TREINAMENTO INOPERANTE (DA ÉPOCA DO SOTURNO RICARDO TEIXEIRA/J HAVELANGE) E PIOR, A SOBERBA. TEMOS JOGADORES E NÃO TEMOS TIME. MAL CONHEÇO OS JOGADORES BRASILEIROS. E OLHA QUE ASSISTO FUTEBOL 3 X SEMANA!!! PERDEMOS A IDENTIDADE. EXCETO O MALDADADO FRED, TODOS OS TITULARES JOGAM FORA DA TERRA PÁTRIA. CADÊ O FUTEBOL FORJADO NO PAÍS? INVENTADO NO “PAÍS DO FUTEBOL?”TEMOS UM ARREMEDO DE TIME. UM RETALHO DE JOGADORES DE TIMES ESPANHOIS, UCRANIANO,PORTUGÊS, RUSSSO, ITALIANOS E TALVEZ OUTRAS NACIONALIDADES. TEMOS QUE REINVENTAR O “NOSSO FUTEBOL” E NÃO ARMAR UM TIMECO DE “CASADOS E SOLTEIROS” COMANDADO POR UM BOBO–DA-CORTE, FANFARRÃO, CANDIDATO A CHEFE DE ESCOTEIRO OU DO EXÉRCITO DA SALVAÇÃO. CHEGA DE BANDALHEIRA. CHEGA DE ANTI-PROFISSIONALISMO. CHEGA DE AMADORISMO. VIVA A ALEMANHA, SÍMBOLO DE PROFISSIONALISMO, DEDICAÇÃO, HUMILDADE, SIMPATIA, ÉTICA  E, ENFIM, UM FUTEBOL MAIÚSCULO. AGORA RESTA ENCARAR O ENFADONHO BRASILEIRÃO E SEUS 48 JOGOS........QUE VÍCIO..... QUE VERGONHA......

LUÍS MARCELO ARANHA CAMARGO

MÉDICO, BRASILEIRO, BOLEIRO

Pela segunda vez no ano o ICB5/USP recebe os colegas da FOB/USP para mais um hercúleo trabalho junto à comunidade. Capitaneados pelso Profs. Dr.s Magali Caldana e José Roberto, mais de 40 alunos de pós-graduação das áreas de odontologia e fonouadioogia vêm somar aos esforços do solitário ICB5 na promoção de saúde da população de Monte Negro e vizinhança. Além de uma abrodagem ampla em odontologia (endo, exo e endodontia, além de protética), há o importante papel da fonoaudiologia na avaliação de pacientes com síndromes fissurais, problemas  de fonação, audição e cognição.

Trata-se de uma longa parceria de mais de 10 anos. Iniciou-se na gestão do então reitor Prof. Adolpho Melfi em 2001 e estende-se até hoje. Durante o mutirão são realizados mais de 2.000 procedimentos odontológicos e 500 fonoaudiológicos, sendo atendidadas ao redor de 600 a 700 pesssoas. Durante o período de ausência da FOB/USP, o Centro de Saúde Bucal do ICB5/USP é frequentado por alunos de outras escolas locais de odontologia que matém o atendimento durante o ano. Desta maneira , Monte Negro é o único município pequeno do inerior de Rondônia a contar com serviço gratuíto de odontologia e fonoaudiologia durante o ano todo. Parabéns! FOB/USP!

CAPACITAÇÃO DE MÉDICOS DO PROGRAMA "MAIS MÉDICOS EM DOENÇAS  
NEGLIGENCIDAS". COM A COLABORAÇÃO DOS PROFESSSORES SERGIO BASANO
(CEMETRON) E LUIZ GARCIA (FHEMERON)

 

O ICB5/USP ofertará ao Programa Mais Médicos do Ministério da Saúde (estado de Rondônia) capacitação em doenças negligenciadas. O público é composto por 20 médicos, brasileiros e cubanos, que expressaram desejo de reforçar os conhecimentos em agravos pouco comuns ou inexistentes em Cuba e de difícil diagnóstico aos médicos brasileiros. A Coordenação Estadual do Programa, Dra. Ana Lícia Escobar, está apoiando a iniciativa. O Curso ocorrerá de 6 a 8/7. Os professores Drs. Sergio de Almeida Basano, Luiz Antônio Vieira Garcia e Luís Marcelo Aranha Camago (ver programação abaixo) serão responsáveis pelas aulas. Segundo Luís Marcelo: “Entendemos o Programa Mais Médicos como uma estratégia eficiente para fixar médicos em áreas remotas e carentes. Neste sentido a Academia vem dar uma força no sentido de capacitar e aumentar a resolutividade deste valioso profissional. Há ainda uma série de problemas a serem resolvidos como a falta de infraestrutura e a inoperância da ESF na maioria dos municípios, porém, estamos fazendo nossa parte. Estamos otimistas”

 

PROGRAMAÇÃO


DIA 6/7: 18H- APRESENTAÇÃO NA CASA DO DR. L MARCELO
19H- INSTALAÇÃO NO ALOJAMENTO USP
20H – JANTAR DE CONFRATERNIZAÇÃO

DIA 7/7: 8H - ESTRUTURA DO SUS E SEU FUNCIONAMENTO
-DISLIPIDEMIA (continuação da última aula expositiva)
-MALÁRIA
-CASOS CLÍNICOS
12:30H-14H- ALMOÇO
14H- ACIDENTE COM ANIMAIS PEÇONHENTOS
-LEISHMANIOSE TEGUMENTAR AMERICANA
- TOXOPLASMOSE/TOXOPLASMOSE E GESTAÇÃO
- CASOS CLÍNICOS
18H- FIM DE ATIVIDADES DO 1º DIA

DIA 8/7: 7H - HANSENÍASE
-CROMOBLASTOMICOSE
-PARACOCCIDIODOMICOSE

12H-13H-ALMOÇO
13H: CASOS CLÍNICOS
1530h: ENCERRAMENTO
1600h: Jogo do Brasil

 


Doenças Crônicas Não-Transmissíveis na Amazônia brasileira: suas causas, implicações e o uso da telemedicina na oftalmogeriatria

Prof. Dr. Luís Marcelo Aranha Camargo

Ac. de medicina Henrique Schroeder Affonso Coelho

O envelhecimento de uma população traz consigo a ocorrência de Doenças Crônicas Não-Transmissíveis (DCNT). Este estudo foi realizado com a totalidade da população acima de 59 anos residente na área urbana do munícipio de Monte Negro, Rondônia. Esta população é caracterizada por um baixo nível socioeconômico (85% de anafabetismo), fato que dificulta as ações de saúde pública que visam a prevenção de DCNT. Este perfil sociorconômico, aliado à desestruturação da ESF, comum nos pequenos munícipios da Amazônia, é a alta prevalência de DCNT: 92,7% da população idosa de Monte Negro é portadora de Doença Renal Crônica (DRC) de qualquer grau (I-V), sendo que destes, mais da metade são casos de DRC 3 ou maior, 73,54% apresentam Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS), 65,2% dislipidemia (com apenas 12% em tratamento), 49% síndrome metabólica, 4,5% demência e mais de 50% dos casos de óbitos por DCNT. Trata-se de uma população com altos índices de DCNT, fatores de risco em relação às patologias oftalmológicas. Todos os atendimentos oftalmológicos realizados no ambulatório do ICB-5/USP são feitos através da Telemedicina, pois o serviço de oftalmologia SUS mais próximo fica a 250 km. As imagens de fundo de olho são capturadas com um retinógrafo digital, as fotos são enviadas para especialistas em oftalmologia da UNIFESP. Estes analisam as imagens e emitem laudos e orientações sobre os pacientes examinados à aproximadamente 3.000km de distância. De um total de 154 idosos, 59,7% apresentam catarata, 11,6% escavação do disco ocular aumentada, 4,5% drusas e 2,4% retinopatias, sendo metade hipertensiva e metade diabética. Ou seja, patologias que tem como fatores de risco: Diabetes, Dislipidemia, Idade e HAS. Desse modo, fica claro que a telemedicina proporciona uma ótima opção para o atendimento oftalmológico à populações em áreas remotas, sendo  necessário, amiúde, estruturar de forma mais eficiente a ESF na região.

Perfil sócio-econômico-demográfico da população idosa de um munícipio do Estado de Rondônia e suas implicações em relação às ações de saúde

 

COELHO, Henrique Schroeder Affonso1

PEREIRA, Adriany Duarte2

OLIVEIRA, Jamila de Almeida Barbosa3

BLAFERT, Bárbara Daniela Silva4

BASANO, Sérgio de Almeida5

FERREIRA, Ricardo Godoi Mattos6

CAMARGO, Luís Marcelo Aranha7

 

Conhecer o perfil sócio-econômico-demográfico de uma população é fundamental para a elaboração de planos de saúde pública, tendo como finalidade levar a atenção básica de saúde da forma mais eficiente possível a população. O objetivo deste estudo foi elaborar o perfil sócio-econômico-demográfico da população acima de 59 anos da área urbana do munícipio de Monte Negro, Rondônia, Amazônia Brasileira, o qual possui um índice de Swaroop-Uemura de 62%. Uma amostra de 411 idosos, 50,1% do gênero masculino, foram submetidos a um questionário socioeconômico em suas residências, no qual responderam perguntas referentes a etnia, tempo de residência em Rondônia, naturalidade, grau de instrução, renda e desabilidades. Dos 411 idosos, 46,7% se consideram pardos, 48,6% são imigrantes da região Sudeste, 25,8% da região Nordeste, 60% vivem em Monte Negro há pelo menos 10 anos, 85,8% são analfabetos, 34% possuem uma renda familiar de 1 salário mínimo, 3,9% são cegos e 1,4% são cadeirantes. Os dados caracterizam uma população, em sua maior parte, imigrante, pobre, com baixo nível de educação e com 5,2% de incapacidade física grave, o que dificulta o deslocamento até as unidades de saúde. Há de se observar que Monte Negro é um munícipio novo, com apenas 22 anos de existência, fator que explica o alto número de imigrantes instalados na região. Como maior parte da população idosa apresenta um baixo nível de instrução e baixa renda, a adesão à medidas de prevenção contra agravos de saúde e implementação de programas do Ministério da Saúde fica seriamente comprometida.

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