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FATORES DE RISCO PARA DEMÊNCIA EM POPULAÇÃO ACIMA DE 59 ANOS NA ÁREA URBANA EM REGIÃO DA AMAZÔNIA LEGAL

MARTIN, Gleiciane de Souza¹

OLIVEIRA, Rachid Eduardo Noleto da Nobrega²

COELHO, Schroeder Affonso Henrique

ANDRADE, Poliana³

FERREIRA, Ricardo Godoi Matos4

BASANO, Sergio de Almeida5

CAMARGO, Luís Marcelo Aranha6

 

 

Demência é uma doença com importante prevalência na faixa etária acima dos 59 anos, onde se manifesta como uma patologia com alto grau incapacidade. Encontra-se classificada como uma doença crônica não transmissível, que possui caráter progressivo, atingindo principalmente o lobo cortical e subcortical. O objetivo deste estudo foi de verificar a prevalência de demência em idosos residentes na área urbana de Monte Negro e identificar fatores de risco para demência. Noventa e dois por cento dos idosos (>59 anos) residentes na área urbana de Monte Negro (63º 22´W, 13º 44´S), Rondônia, com um total de 380 indivíduos, foram cadastrados e depois submetidos à aplicação de questionário clínico-epidemiológico, teste para avaliação de cognição de Barthel, exame físico e exames laboratoriais e de imagem para screening de doenças crônicas não transmissíveis (DCNT). Trata-se da primeira etapa de um estudo de coorte prospectivo de 10 anos, tendo como desfecho primário o óbito e como desfecho secundário a incidência de DCNT. Foram entrevistados 380 idosos, destes 17 apresentaram demência. A prevalência geral de demência foi de 4,5%, sendo deste total, 41,2% em mulheres e 58,8% em homens. O fator de risco importante identificado foi: etilismo com Razão de Prevalência 5,68 (IC: 2,16 – 14,88; P= 0,003). Já mascar tabaco, cegueira, nível de escolaridade, cadeirante, depressão, acidente vascular encefálico, hipertensão arterial sistêmica e câncer em geral não apresentaram signficância estatística. Os resultados encontrados na pesquisa demonstram prevalência em acordo com a bibliografia.  Conclui-se que das variáveis analisadas, apenas o etilismo tem associação estatística com demência, demonstrando que, hábitos de vida estão relacionados com risco para desenvolvimento de demência na população estudada. Pode-se especular que mudanças no estilo de vida que evitem o etilismo, possa reduzir risco de desenvolver demência.

 

Palavras- chave: Demência. Fatores de risco. Senilidade.

Estudo de mortalidade proporcional por idade em população idosa de um munícipio da Amazônia Brasileira

COELHO, Henrique Schroeder Affonso1

PEREIRA, Adriany Duarte2

ANDRADE, Poliana de3

BASANO, Sérgio de Almeida4

FERREIRA, Ricardo Godoi Mattos5

 

CAMARGO, Luís Marcelo Aranha Camargo6

 

A descrição dos índices de mortalidade é de grande importância para a caracterização da qualidade de saúde de uma determinada população. Além disso, esses dados podem ser utilizados como base para a elaboração de propostas de intervenções de saúde. O objetivo do estudo foi determinar a mortalidade proporcional por idade acima de 50 anos (Índice de Swaroop-Uemura - ISU) e as principais causas de morte da população do munícipio de Monte Negro, Rondônia, Brasil, e posteriormente, comparar o resultado do ISU deste munícipio com outros Estados, sendo eles: Amazonas (AM), Maranhão (MA), Rio Grande do Sul (RS) e São Paulo (SP).  No cartório de Monte Negro, foram obtidos dados de todos os óbitos que ocorreram entre os anos de 2000 e 2011. Foram analisadas as informações e chegou-se aos seguintes resultados: Monte Negro apresentou o ISU de 63%, sendo que no RS o índice foi de 79%. Entre os Estados supracitados, o pior índice encontrado foi no estado do AM, no qual foi verificado um ISU de 56%. Entre as principais causas de morte destacam-se: Doenças Cardiovasculares, Neoplasias e Doenças pulmonares, responsáveis por 33,7%, 8,8% e 7,6% dos óbitos, respectivamente, ou seja, mais que a metade do total de óbitos. Pode-se notar a diferença entre os resultados do ISU entre a região Norte e a região Sul do país, a qual pode ser atribuída aos diferentes aspectos sócio-econômicos-culturais das populações de cada região. Por fim, fica evidente que a principal causa de morte são as doenças crônicas não-transmissíveis (DCNT), patologias que estão intimamente ligadas ao envelhecimento da população. Sendo assim, esforços visando a prevenção e controle das DCNT devem ter um grande papel nas políticas públicas de saúde, visando o aumento da qualidade de vida da população idosa brasileira.

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Estudo de prevalência de dislipidemia em idosos acima de 59 anos em um munícipio da Amazônia Legal

COELHO, Henrique Schroeder Affonso1

PEREIRA, Adriany Duarte2

CAMARGO, Juliana de Sousa Aranha Almeida3

ANDRADE, Poliana de4

BASANO, Sérgio de Almeida5

FERREIRA, Ricardo Godoi Mattos6

CAMARGO, Luís Marcelo Aranha7

 

A presença de dislipidemia é um dos fatores de risco mais importante para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, as quais afetam em grande parte a população idosa. Entretanto, os idosos não sabem que possuem alterações em seu perfil lipídico. O objetivo deste estudo foi determinar a prevalência de dislipidemia em idosos com 60 anos ou mais, residentes na área urbana do município de Monte Negro, Rondônia, Brasil. Uma amostra por conveniência de 279 idosos (67,7%) de um total de 412, 142 (50,9%) do gênero feminino, foram examinados e submetidos a exames laboratoriais para a caracterização do seu perfil lipídico. Além disso, houve a investigação de comorbidades como Hipertensão Arterial Sistêmica, Diabetes Mellitus 2 e Obesidade. Foram considerados dislipidêmicos os pacientes que apresentaram pelo menos um dos seguintes critérios: Colesterol Total menos Colesterol-HDL maior que 200 mg/dL, Triglicerídeos maior que 150 mg/dL e/ou HDL < 40 mg/dL para homens e < 50 mg/dL para mulheres. A mediana de idade do grupo foi de 69 anos. Foi constatada uma prevalência de 65,2% idosos com dislipidemia, sendo que 58,7% do gênero feminino, determinando para o sexo masculino a razão de prevalência de 0,48 (IC: 0,29 – 0,79; P = 0,003). Dentro do grupo dos pacientes que apresentaram dislipidemia, apenas 12% utilizavam medicamentos hipolipemiantes. A renda familiar dos idosos não apresentou significância estatística na determinação de dislipidemia. Entre as comorbidades, a mais importante foi o obesidade, medido pelo IMC acima de 25%, o qual apresentou uma razão de prevalência (RP) de 2,7 (IC: 1,6 – 4,7; P<0,0001). As demais comorbidades não apresentaram significância estatística nesta amostra. Sendo assim, a população idosa de Monte Negro apresentou uma baixa porcentagem de pacientes que conheciam seu perfil lipídico e faziam tratamento para o mesmo, fato que pode estar correlacionado ao baixo nível de instrução verificada na população, a qual possui um índice de 85,2% de analfabetismo. A situação também aponta para uma desestruturação da ESF local. Desse modo, os profissionais da atenção primária à saúde devem estar atentos ao perfil lipídico de seus pacientes, orientando em relação a tratamento e mudança de estilo de vida aqueles que estiverem com características dislipidêmicas nos exames laboratoriais, visando a diminuição da incidência de doenças relacionadas à aterosclerose, e consequentemente, não sobrecarregando o Sistema Único de Saúde e melhorando a sobrevida dos pacientes.

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FATORES DE RISCO PARA DEPRESSÃO EM POPULAÇÃO ACIMA DE 59 ANOS NA ÁREA URBANA DE MONTE NEGRO, AMAZÔNIA LEGAL

PERES, Viviany Lima¹

BEZERRA, Rogéria Araújo²

ANDRADE, Poliana³

FERREIRA, Ricardo Godoi Matos4

BASANO, Sergio de Almeida5

CAMARGO, Luís Marcelo Aranha6

Depressão é uma doença com  importante prevalência na faixa etária acima dos 59 anos, onde causa alto grau  incapacidade. Classifica-se como doença crônica não transmissível, de etiologia multicausal. O estudo do envelhecimento e da velhice, como processos do ciclo vital, é hoje um dos principais pontos de atenção dos agentes sociais e governamentais, bem como da medicina em geral. Dentre os diversos transtornos que afetam idosos, a depressão, considerada atualmente o "mal do século", merece especial atenção. O objetivo deste estudo foi de verificar a prevalência e os fatores de risco relacionados à depressão em idosos residentes na área urbana de Monte Negro, Rôndonia, Amazônia Legal. Todos os idosos (>59 anos) residentes na área urbana de Monte Negro (63º 22´W, 13º 44´S), Rondônia, foram cadastrados e depois submetidos a um questionário clínico-epidemiológico (DSM-IV e CID10) que quantificaram o grau de depressão, assim como exame físico , exames laboratoriais e de imagem para diagnóstico de doenças crônicas não transmissíveis (DCNT). Trata-se da primeira etapa de um estudo de coorte prospectivo der 10 anos, tenho como desfecho primário o óbito e como desfecho secundário a incidência de DCNT. Foram entrevistados 412 idosos, onde a prevalência geral de depressão foi de 12% correspondendo à 48 idosos, sendo deste total,  52% do sexo feminino e 48%  do sexo masculino. Os fatores de risco importantes identificados foram: a presença de Doença Renal Crônica (DRC) com RP: 2.79 (IC: 1.18 à 6,60; p= 0.05) e Osteoporose RP: 2.65 (IC: 1,49 à 4,722; p: 0.003). Os resultados encontrados na pesquisa demonstram prevalência de acordo com a bibliografia. Estudos complementares e o acompanhamento do coorte de idoso são necessários para melhor compreender a relação causal entre os fatores encontrados e a depressão.

Palavras- chave: Depressão. Fatores de risco. Senilidade.

SÍNDROME METABÓLICA EM POPULAÇÃO ACIMA DE 59 ANOS DA ÁREA URBANA EM REGIÃO DE AMAZÔNIA LEGAL

SOUZA, Guilherme Carvalho Fernandes de¹

BEAL, Gabriel Augusto²

NANTES, Maria Letícia do Carmo³

NASCIMENTO, Adryane Mendes do4

NASCIMENTO, Fernando Mayer Ferreira do5

ANDRADE, Poliana6

FERREIRA, Ricardo Godoi Mattos7

BASANO, Sergio de Almeida8

CAMARGO, Luís Marcelo Aranha9

A síndrome metabólica (SM) tem importante prevalência na faixa etária acima dos 59 anos e está associada ao aumento do risco cardiovascular. A definição do NCEP-ATP III, recomendada pela I-DBSM, define SM como uma combinação de pelo menos três componentes a seguir: obesidade abdominal,  aumento dos triglicerídeos,  redução do HDL colesterol, hipertensão arterial e/ou glicemia de jejum acima de 125 g/dL. O Objetivo deste estudo foi de verificar a prevalência de SM em idosos residentes na área urbana de Monte Negro e identificar fatores de risco. Noventa e cinco por cento dos idosos (>59 anos) de um total de 412 pessoas, residentes na área urbana de Monte Negro (63º 22´W, 13º 44´S), Rondônia, foram cadastrados e depois submetidos à aplicação de questionário clínico-epidemiológico, exame físico e exames laboratoriais e de imagem para diagnóstico de doenças crônicas não transmissíveis (DCNT). Trata-se da primeira etapa de um estudo de coorte prospectivo de 10 anos, tendo como desfecho primário o óbito e como desfecho secundário a incidência de DCNT. Foram entrevistados 392 idosos sendo 196 do sexo masculino e 196 do sexo feminino. A prevalência geral de SM foi de 49%, sendo deste total, 64,6% em mulheres e 35,4% em homens. Os fatores de risco importantes identificados foram: IMC ≥ 25 (82,3%) com Razão de Prevalência (RP) de 2,97 (IC: 2,18-4,05 e p= 0), sexo feminino com RP de 1,82 (IC: 1,46-2,27 e p=0,00000001) e Tabagismo (RP: 0,69; IC: 0,53-0,92 e p=0,0042). Já etilismo não apresentou significância estatística. A prevalência de SM é elevada, sendo as variáveis preditoras o sexo feminino e o excesso de massa corpórea. A redução do risco associado ao hábito de fumar e ao sexo masculino sugerem associação com a redução do IMC e consequentemente da SM. Tais prevalências estão condizentes com a literatura e são as primeiras informações sobre o assunto para a Amazônia brasileira. Estudos em andamento aprofundarão a análise multivariada dos fatores de risco.

Palavras- chave: Síndrome Metabólica; Senilidade; Amazônia.

¹ Acadêmico, Medicina, Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

² Acadêmico, Medicina, Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

³ Acadêmica, Medicina, Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

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